Membros

James Galvão

Vocais

Meu primeiro contato com o Heavy Metal foi em 1988, quando ouvi “Seventh Son of a Seventh Son” do Iron Maiden. Depois disso, tornei-me um aficcionado pelo gênero e por várias bandas desde o Hard Rock de Bon Jovi, Europe, Danger Danger e Talisman, ao Metal Melódico de bandas como Yngwie Malmsteen, Stratovarius, Royal Hunt, dentre muitas outras. Meu primeiro contato com a música aconteceu em 1996, quando era tecladista e backing vocal da banda Stalker (RJ). Após uma reformulação na formação da banda, assumi o posto de vocalista e sigo até hoje como "frontman" da banda. No fim de 2008, aceitei o convite para fazer um teste para o posto de vocalista da banda LOST FOREVER, sendo escolhido e efetivado no dia 04 de janeiro de 2009. Devido à incompatibilidade de agenda, deixei a banda no início de 2013 e retorno em 2018.

Fabbio Nunes

Guitarras

Em 1984 eu comecei a ouvir bandas como Queen, Dire Straits, Kiss e Van Halen. Aos 11 anos, essas bandas já haviam me marcado e fizeram com que eu começasse a pensar sobre aprender música. Aos 13 anos pedi um violão ao meu pai, que se recusou a dá-lo. Somente ao completar meus 18 anos que pude comprar minha primeira guitarra e dar início ao sonho de aprender música. Depois de um ano tocando guitarra, ingressei na banda Straggler (Hard Core/Thrash Metal). Depois, montei com alguns amigos a banda Blind Hate (Thrash Metal). Toquei também no Advena (Heavy Metal) e na banda Abalone (Blues/Rock n’ Roll), ao mesmo tempo em que comecei a organizar o LOST FOREVER ao lado de alguns amigos de minha cidade. Fiz participações no Arte Profana (Pop Rock) em 1999. Desde então, dedico-me integralmente ao LOST FOREVER.

André de Lemos

Baixo

Aos 8 anos de idade ganhei de meu pai meu primeiro LP, uma coletânea de sucessos da banda Dire Straits. Apaixonei-me pelo rock desde então. Aos 12 anos comecei a acompanhar o som de bandas como Guns n’ Roses, Skid Row, Kiss, Bon Jovi e Faith No More até que ouvi pela primeira vez a música “Transylvania” do Iron Maiden e soube que minha vida tinha mudado para sempre. Comecei então a ouvir um som cada vez mais pesado, que incluía bandas como Metallica e Sepultura. Conheci os clássicos do gênero, bandas como o Led Zeppelin, Black Sabbath, Deep Purple e The Who. Logo me vi em meio a pessoas que compartilhavam a mesma paixão pelo metal que eu e em rodas de amigos surgiu a oportunidade de aprender os primeiros acordes no violão. Aos 16 anos consegui um violão de segunda mão e comecei a tirar as músicas de minhas bandas favoritas para tocar com os amigos de escola. Rapidamente surgiu a idéia de formar uma banda com esses mesmos amigos. Após alguns ensaios nada promissores (mas muito divertidos) a “banda” decidiu que precisava de alguém que assumisse o posto de baixista permanentemente, e eu me prontifiquei. Depois da ida de um dos integrantes para a Áustria, a banda se desfez. Aos 17 anos de idade ingressei na minha primeira banda de Heavy Metal – Influence, posteriormente rebatizada como No Fate –, na qual atuei por cerca de um ano e meio. Já completamente em sintonia com o instrumento, aos 18 anos eu comprei o meu primeiro baixo elétrico, e iniciei meus estudos no contrabaixo (como autodidata). Com ele ingressei, em março de 1999, no LOST FOREVER, na qual atuo desde então.

Rene Shulte

Bateria

O primeiro contato com o Heavy Metal aconteceu quando eu tinha 15 anos. Ouvi os álbuns “...And justice for all” (Metallica) e “Live After Death” (Iron Maiden). No começo estranhei um pouco a sonoridade dessas bandas, mas aos poucos fui me habituando. Com 17 anos de idade assisti ao meu primeiro show de metal: Sepultura – na turnê do álbum “Arise”, no Rock in Rio II, em 1991. Aquilo foi um soco no estômago! Não conseguia acreditar na energia que existia entre banda e público, todas aquelas “rodas” durante o show deles e a massa sonora que saía dos P.A.’s. A partir disso, nunca mais deixei de ouvir e apreciar o metal. Como instrumentista, meu primeiro contato com a bateria ocorreu aos 16 anos de idade. Aos 18, passei a estudar o instrumento com maior afinco e seriedade. Fiz aulas com professores locais em minha cidade natal. Aos 21 anos, realizei cursos e workshops com bateristas como Dámasso Cerruti, dentre outros. Após esse período, segui como autodidata, nunca deixando de me atualizar sobre o mundo da bateria e da música.